Atrás das barrentas estradas da vida
Tento me isolar
Desviando-me das enxurradas.
E... Quando penso que caminho
Nos reluzentes reflexos de luzes das garoas
Pensando enxergar apenas estrelas no chão...
Piso em poças barrentas
De poeiras da via láctea.
Para não lhe causar asco me calo.
Impossível de ser entendida
Afasto-me da sua vida!
Inconsciente causo-lhe dissabor...
Tento lhe agradar!
Em vão!
Caminhamos por espaços vazios do desamor!
Desisto desse caminhar. Não consigo fazer-me amar.
Em goteiras de lágrimas de mágoas
Nem as enxurradas conseguem
Levar ou lavar minha dor!
Sangro inutilmente entre versos de desabafos
Sufocando gritos em poesias
Implorando fagulhas de amor!
3 comentários:
Fiquei feliz que tenha gostado de minha mensagem! E este poema é lindo demais! E, incrível, ele relata uma passagem da minha vida! Sua bruxinha do bem, você adivinhou coisas da minh'alma! Amo você, viu? Deus a abençoe hoje especialmente e sempre...............
Fiquei feliz que tenha gostado de minha mensagem! E este poema é lindo demais! E, incrível, ele relata uma passagem da minha vida! Sua bruxinha do bem, você adivinhou coisas da minh'alma! Amo você, viu? Deus a abençoe hoje especialmente e sempre...............
Página alegre e colorida, surpreendente como você, alma inquieta na luta constante de entender o mundo. Em cada canto uma saudade, em cada canto um sorriso; em cada canto a nostalgia que o seu viver alimenta, rastros de de momentos inesquecíveis que lhe moldaram o espírito sempre em mágica ebulição. Meu sincero abraço, Bié.
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