Poesias e Artes de Dalva Saudo!

Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro

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Poesias, fotos e arte naif

Poesias, fotos e arte naif
Fragmentos de uma vida colorida.

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sábado, 11 de outubro de 2014

Amor pelo Rio de Janeiro de uma Contadora de Histórias.

Você amigo (a) que vai para o Rio...
Estando na a praça, na praia, no mar...
Quando ouvir um pandeiro,
Um cavaquinho ou tamborim...
Lembra um pouquinho de mim!


Avisa o Cristo Redentor!
Qualquer dia voarei com a mala encantada
Cheia da poesia
Vou para ficar
E muitas historias narrar!

Transformar-me- ei na águia da Portela
Seguirei a bela rota do avião

sábado, 2 de agosto de 2014

Diligência à poesia



Hoje procurei a poesia, que se escondia
Seqüestrei o tempo na intimidade
Instalei armadilhas de rimas
Inspiração não alcançada
Percorri a memória em outra dimensão 
Ao encalce da temporalidade
Mas a poesia é danada. Só aparece quando quer!
Se me sonda e não anoto, 
Aproveita a maré, sobe na onda
Some de vez!
A causa dessa fuga seria meus bons momentos de agora?
Há...  A poesia só me ronda  nas bases
Dos meus tormentos!
Aí sim ela vem de mansinho, aparece com versos 
Chora comigo na cumplicidade das mágoas
Das minhas dores da alma! E me acalma!
Acabei de descobrir. Deu-me um insight!!!!!!
A poesia é meu anjo da guarda
Não nas horas de lazer!
Por isso que é inútil procurá-la nesta hora.
Agora... Estou tão bem!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Des Agrados & Des Abafos

Atrás das barrentas estradas da vida
Tento me isolar
Desviando-me das enxurradas.

E... Quando penso que caminho
Nos reluzentes reflexos de luzes das garoas
Pensando enxergar apenas estrelas no chão...
Piso em poças barrentas
De poeiras da via láctea.

Para não lhe causar asco me calo.
Impossível de ser entendida
Afasto-me da sua vida!

Inconsciente causo-lhe dissabor...
Tento lhe agradar! 
Em vão!
Caminhamos por espaços vazios do desamor!
Desisto desse caminhar. Não consigo fazer-me amar.

Em goteiras de lágrimas de mágoas
Nem as enxurradas conseguem
Levar ou lavar minha dor!

Sangro inutilmente entre versos de desabafos
Sufocando gritos em poesias 
Implorando fagulhas de amor!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Jamais desisti de te amar!

DESISTI DE TE ESPERAR, MAS NUNCA DE TE AMAR!



DESISTI DE TE ESPERAR, MAS NUNCA DE TE AMAR!


Dalva Saudo

Deixei de insistir!

Desisti de esperar!
Jamais desisti de te amar!

Sem tua presença...
No silêncio 
Da existência ausência 
Um filme persistente...
Em minha mente
Não para de passar !

Você em meus braços...
No aconchego dos abraços
No meu jeito...
Talvez errado de te amar!
,
Desisti de insistir
Mas insisto em te amar!
Desisti apenas de te esperar!
Apenas de te esperar!

terça-feira, 17 de junho de 2014

No tribunal do amor.



  NO TRIBUNAL DO AMOR
                         Dalva Saudo

   Quando nós nos amamos pela última vez...
   Deus... 
   Nem imaginava que seria o adeus!
   Pensava que você me amava
   E que nosso amor se consolidava!
   
   Foi uma década de sonhos e fantasias
   Ornada com tecidos de musicais poesias!
   
   Por tudo isso, fico surpresa!
   Como pode-se amar e o amor agonizar
   Deixando rastros de tristezas pelo ar?

   Desilusão... Indiferença... descrença... 
   Foi a alusão da sentença final consensual 
   No tribunal do meu coração.


  Por ser consensual...

  Aguardo anulação e breve reconciliação!
  Esperarei... se conseguirei ?... não sei!


  Dalva Saudo

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Destaque literário Aspas" Século XXI


LEAD DA TRISTEZA EM MIM

"Quem?", "Quando?", "Onde?", "Como?", e "Por quê?".

De onde vem essa tristeza em mim
Emudecendo o canto das aves do meu amanhecer?

Não percebo os caminhos noturnos que ela percorre
Em que esquina da solidão a encontro e a reencontro!

Sei que desembarca comigo na Estação Alvorada
Não faz parte dos meus sonhos perceptíveis !

Sinto-a ao amanhecer de um pesadelo
Numa triste canção matutina
Que me acompanha em estradas indefiníveis.

Lentamente a brisa a esvaece em nuvens dissipadas
Até outro despertar sem avisar.

De onde, como e por quê, vem essa melancolia
Que rouba a paz dos meus dias?


Desconheço o lead dessa tristeza em mim!

sábado, 31 de maio de 2014

Reflexões da alma.


Trilho no caminho da Luz do entardecer
Final da estrada.

Levo afagos que também preciso e precisarei
No final da minha caminhada!
Enfim...
Aqueles rostos envelhecidos são espelhos!!!
Avisos de atenção para mim!!!

A estrada e bela e florida
Carrego comigo a mala encantada
Cheia de imagens de personagens...
De histórias com finais felizes de vitórias.
Finais felizes... Apenas nas interpretações
Dos contos que conto.

O caminho da luz que tento trilhar
Nem sempre reluz
 A paisagem é bela à luz do sol.
Mas as estrelas não mais aparecem.
Ao anoitecer.
Haverá luz no final do túnel?

Piso em acidentais cenários florestais,
Onde não há mais fadas, nem príncipes encantados.

Vida Passar



Martin Luther King

 " É melhor tentar e falhar, que preocupar-se a ver a vida passar. É melhor tentar, ainda que em vão, que sentir-se fazendo nada até o final. Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias tristes em casa me esconder. Prefiro ser feliz, embora louco, que em conformidade viver"

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Poesia de Dalva Saudo por ocasião do braço quebrado.

Gaiola dourada

Estou na gaiola dourada
Com asas quebradas
Sem poder voar
Quando nasce a madrugada
Conto horas e dias
Risco o calendário
Anseio rever a alegria
E... Jogar fora o receituário

Resta transpor-me
No para-brisa do vento
Deixar adormecer a dor
Encontrar-me com a poesia
Transcender meus pensamentos
E...Mergulhar em melodias
Até o passar dos dias!
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
PÁSSARO FERIDO
Resposta homenagem de minha amiga >Silvia Maria Rocha
Meu doce pássaro ferido
Apesar da dor
A vida é bela mesmo na doce gaiola
Entre portas e janelas.
Esqueceu? É só sonhar! Abra as longas asas
Que Deus te deu para sonhar...
És poesia...
Tens dom de voar...
Mesmo com asas quebradas
Olhos no firmamento
“Só o céu é o limite”
Suba nas costas do vento
Ele te levará ao mundo encantado
Onde vida e alegria
Caminham lado a lado!
Quando sentir cansaço
Virás que passou o dia, nem percebeste
Voavas nas asas da poesia!
E também descobrirás
Mesmo sem poder voar,
Creia o céu é o limite...
Feche os olhos para voar!
Poetas: Agmon Carlos Rosa, Silvia Maria Rocha e Dalva Saudo

quarta-feira, 30 de abril de 2014

PAZ INTERIOR > Prioridade de manifesto > Por Dalva Saudo





Dalva Saudo
Como me animar à rimar versos de paz
Para um gigante adormecido
Se até no seio familiar a angústia me traz
Sob um silêncio mortal e profundo?

Como posso versejar sobre paz ao mundo
Se não sinto concórdia no município
Se não sinto quietação de ânimos,
Nem mesmo em espaços exclusivos
De poetas em academias para poesias?

Quando me habitar com pombas da paz
Em algum ramo de oliveira em concórdia e reconciliação
E o desprezo que me cala o peito
Voar bem para longe, além do horizonte...
Aí sim!  Incentivarei a paz no país.

Mas antes, preciso sentir essa paz aqui
No meu peito! No marco zero
No bairro, onde a zona de perigo impera!

Farei manifesto para a paz em outro local
Quando puder ir e vir tranquila à rua
Não precisar sair correndo como cinderela
Quando perceber o Luar ao anoitecer
Numa passarela de temor
Tentando me esconder junto ao Sol.

Aí sim...  manifestarei a tão almejada PAZ
Com meus versos
Para os quatro cantos do universo
Por ora fico aqui chorando a morte de muuuuitos
Mesmo antes dela chegar!




quarta-feira, 12 de março de 2014

Lead da tristeza em mim

ONDE? COMO? QUANDO? POR QUE?

Dalva Saudo
De onde vem essa tristeza em mim
Emudecendo o canto das aves do meu amanhecer?

Não percebo os caminhos noturnos que ela percorre
Em que esquina da solidão a encontro e a reencontro!

Sei que desembarca comigo na Estação Alvorada
Não faz parte dos sonhos perceptíveis !

Sinto-a ao amanhecer de um pesadelo
Numa triste canção matutina
Que me acompanha em estradas indefiníveis.

Lentamente a brisa a esvaece em nuvens dissipadas
Até outro despertar sem avisar.

De onde, como e por que vem essa melancolia
Que rouba a paz dos meus dias?
Desconheço o lead dessa tristeza em mim!

sábado, 1 de setembro de 2012

Dalva Saudo > CORAÇÃO CATA-VENTOS


Palavras e gestos ao léu soltas aos ventos
São magoas que ecoam fortes como...
Águas cataratas em tristes lamentos.

Coração Cata- Ventos 
Embarque palavras ferinas no barco da ilusão
Navegue até jogá-las nas águas peregrinas
Que as levem para a praia do esquecimento

Cata- Ventos...
Se deixe levar pelas asas do vento, 
A procura de inigualáveis
Palavras e gestos... Apenas de amor!

Cubra-as com impermeáveis 
Mantos de estrelas !
Guarde-as no Porta Jóias do coração
Sinta em seu eu a presença de Deus!

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Ciranda do Nosso Sarau na Biblioteca Pública Municipal de Campinas

 Inspirei-me no prazer que sinto em estar participando desse grupo, na poesia abaixo sintetizando o que ocorre em nossos encontros poéticos. No próximo sarau ( Dia 29 de setembro) estaremos comemorando 51 encontros.

NOSSA CIRANDA POÉTICA
Ciranda da Biblioteca Pública Municipal
Dalva Saudo

Resumo: 

Nosso Sarau da Biblioteca Pública Municipal Central de Campinas, onde reina paz e harmonia nas cirandas de poesias.


          Ciranda respeitosa irreverente,

          Não tem café, nem coquetel
          Mas... que delícia estar presente!

          Sem inscrição para declamar...

          Datas alusivas a comemorar,
          Sem ninguém programar...
          Na hora certinha,
          Você sente sua vez de brilhar.

          No prazer de recitar

          Escolhe-se a poesia e o jeito de ficar.
          De pé? Sentado?
          Só não vi ninguém deitado!

          Poeta de renome?

          Às vezes aparece algum.
          Mas o importante mesmo
          É o nome de cada um
          Da luminária Ciranda Literária!

          Ciranda do ator declamador

          Interprete da alegria e da dor.

          Ciranda do Nosso Sarau!

          Ninguém vai atrás, nem tenta expulsar.
          Se faltar... nem precisa justificar!
          Nunca vi um sarau tão harmonioso
          Sem ser cerimonioso!

          Sentimo-nos como pássaros em liberdade

          No melhor sarau desta cidade!
          É incrível, mas é possível viver em paz
          Onde a única regra é amar o que se faz.

          Gira... Ciranda de platéia encantada

          E encanta com versos e rimas
          Gira... porque nesta ciranda
          Cada poeta artista é protagonista!

          Protagonista principal

          Com foto até no convite
          Para o sarau
          Da biblioteca Central Municipal!
          
Poesia Postada na Biblioteca Virtual Komedi
Biografia: 

Dalva Saudo, Pedagoga, Artista Plástica e Poeta. http://www.dalvasaudo.blogspot.com
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Autora > Dalva Saudo >EXCITAÇÃO


Minhas artérias excitadas 
Querendo te amar...
Transita-me em desafio
Como navio em pulsação acelerada 
Nas altas ondas do mar

Sinto ímpetos de ser amada... Desejada
Amar em qualquer lugar!

Seja no mar ...
Sob o luar a nos acompanhar
São Jorge lá da Lua a nos abençoar...
As estrelas a testemunhar
Amar numa cabana...
Ou na cama de uma choupana!
Simplesmente amar em qualquer lugar!
Amar!

sábado, 11 de agosto de 2012

Autora: > Dalva Saudo > MAR DE ILUSÕES


Viajei por entre estrelas
Que refletiam  sobre o mar
Iluminando meu caminho.

Voei por entre núvens de castelos 
Almejando  carinho.

Olhei para a  Lua e um príncipe apareceu.
Meu coração mergulhou fundo
No mar da ilusão 

Encalhei no cais
Para recuperação dos ais
De amarguras letais.

domingo, 5 de agosto de 2012

Dalva Saudo > NÉCTAR DA FLOR




Sou um dos teus aeroportos
Em que voas... sobrevoas

Desces e abasteces atrevido
Nas curvas do meu corpo
Todo seduzido e vencido pelos laços
De entrelaçados beijos e abraços!

Livre como pássaro sem gaiola,
Sem radar ou celular
Aterrisas e decolas... 
Sedutor como Beija-flor!

Desapareces... e quando apareces
Sei que tua liberdade 
Não permite exclusividades no amor!  
Apenas... atividades 
Para sugares o néctar da flor.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Autora> Dalva Saudo > Aeroporto de Pássaros


Foto> Arte Naif de Dalva Saudo


Autora > Dalva Saudo > AEROPORTO DE PÁSSAROS


Queria ser uma alta pedra... contornada de curvas 
Nas curvas do litoral
Pedra cartão postal de alto astral
Sensual... 

Aeroporto...  conforto de pássaros
Onde pousariam em meus recantos
Alegrando-me com seus cantos


Uma Pedra celebridade, sem idade,
Como a da Gávea no Rio!
Visada, fotografada...
Com temas musicais trissilábicos...  
Corais de bicos de bem-te-vis


Bem- te- vi iiiiiiiiiiii        ! Bem- te vi!!!!!
Bem- te- vii iiiiiiiiiii
Bem-te-vi  !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Seria uma pedra princesa encantada
ornamentada de flores
E... pelo canto da passarada...
Que saciariam a sede nas águas sem-fim...
Vertentes de mim!

sábado, 5 de maio de 2012

MULHER LARGADA> Autora > Dalva Saudo

Autora > Dalva Saudo

SOU MULHER  LARGADA, 
MULHER ABANDONADA
MAS NUNCA AMARGURADA! 
CONTINUO DESEJADA!

FUI DANÇAR...
ENCONTRAR MEU PAQUERA MENTIROSO!
MENTIROSO MAS INTENSO!
FOGOSO, ARDILOSO, GOSTOSO!
MISTERIOSO!

FINJO QUE... 
SUAS PROMESSAS DERRADEIRAS
SÃO VERDADEIRAS..
COMO PRINCESA
CONSTRUO CASTELO DE AREIAS
NUMA LUMINÁRIA LINHA IMAGINÁRIA

NA DANÇA... USUFRUO!!!!
SINTO-ME UMA TIGRESA
ME ESFREGO, ME ENTREGO, ME MOLHO.
ABASTEÇO-ME...
COM SEUS HORMÔNIOS MASCULINOS
QUE MEXEM COM MEUS NEURÔNIOS.
NÃO RECUO! TUMULTUO!

AH!!! ESSES MEUS INTENSOS MOMENTOS!
FRAGMENTOS DE ESQUECIMENTOS
DE DORES E TEMORES!